O placar e os 45 minutos do segundo tempo levaram o Flamengo a uma vantagem para o jogo da próxima quarta-feira. A pressão será enorme sobre os anfitriões e a receita do Fla visitante provém da alemanha.
O time de Van Ghaal disputou TODOS os jogos de volta, da fase de eliminação da Champions, longe de seus domínios territoriais e mostrou-se sólido, porém nem tão eficiente em casa. Foram duas vezes 2 a 1 e na semi-final 1 a 0. Placares pra lá de perigosos para quem vai jogar de intruso no jogo decisivo.
Entretanto, o Munique foi às terras inimigas e jogou controlando os poderes adversários. Compactabilidade e toques inteligíveis fizeram o finalista da Liga dos Campeões usar o regulamento. Duas derrotas por 3 a 2 e a classificação às semi-finais.
Pode estar aí a carta na manga rubro-negra. Não se acuar e jogar com a cabeça erguida, compacto, cada um sabendo do regulamento e das posições a serem ocupadas em campo.
Assim, aproveitar cada chance, sem erro.
SEM ERRO: Lembrança de 3 a 0 para o United no Old Trafford e a ÚNICA chance de ataque no primeiro tempo colocou o Bayern no jogo.
Que sejamos um visitante à vontade.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Somos uma Nação
Toda nação, para obter tal mensuração, tem que apresentar uma única língua, capaz de permitir a comunicação entre todos os integrantes. Nós temos a raça, a luta e a fibra como códigos que nos possibilitam entender como andam as coisas na batalha.
Toda nação há de encontrar um lugar onde as medidas são discutidas, leis são revigoradas, sancionadas ou vetadas. Na Argentina, a casa é rosada; no país de Obama, Branca. Nós temos a rubro-negra.
Toda nação deve ter um representante a fim de levar as ideias à tona, as estratégias da vitóoria, o sucesso territorial. Nós temos uma voz, uníssona, refletida em 40 milhões de pessoas.
Em contrapartida, toda nação em uma guerra prepara seus milhões de homens para o pior, para o fracasso. Nós temos apenas 11 homens preparados para surpreender, nunca acostumados com a derrota. Caso ela aconteça, os problemas conjunturais aparecem e, senão solucionados, é hora da magnética entrar em ação, dialogar com os guerreiros e impor tratado de guerra ao inimigo.
Chegou a hora. Prepare o exército, a nação estará posta e quando ela resolve ser superior de fato, o combate tende a se concluir de forma positiva.
Vai pra cima deles, Mengão!
Toda nação há de encontrar um lugar onde as medidas são discutidas, leis são revigoradas, sancionadas ou vetadas. Na Argentina, a casa é rosada; no país de Obama, Branca. Nós temos a rubro-negra.
Toda nação deve ter um representante a fim de levar as ideias à tona, as estratégias da vitóoria, o sucesso territorial. Nós temos uma voz, uníssona, refletida em 40 milhões de pessoas.
Em contrapartida, toda nação em uma guerra prepara seus milhões de homens para o pior, para o fracasso. Nós temos apenas 11 homens preparados para surpreender, nunca acostumados com a derrota. Caso ela aconteça, os problemas conjunturais aparecem e, senão solucionados, é hora da magnética entrar em ação, dialogar com os guerreiros e impor tratado de guerra ao inimigo.
Chegou a hora. Prepare o exército, a nação estará posta e quando ela resolve ser superior de fato, o combate tende a se concluir de forma positiva.
Vai pra cima deles, Mengão!
sábado, 24 de abril de 2010
Não Chorem, Crianças...
Nenêm tá bravo porque o amiguinho foi embora? Não fica, você tá errado. Quando a titia disse que era pra ajudar o amiguinho a ficar, você não levou a sério, continuou brincando. Agora, que por culpa da sua falta de comportamento o amiguinho foi embora, você chora?
Tem que aprender a ter responsabilidade, nenêm. Quando a tia diz A, faça A. Se a tia diz “não pode”, então não faça. Assim você ganha danoninho e pode ver Cartoon. Se não, não pode.
A titia não pediu pra levar a sério? Não deixou claro que era pra obedecer a Babraz? Então…
Engole esse choro, vamos! Homem não chora.
A titia foi paciente, até demais. Sabia que a família toda ficou desapontada com as coisas que você fez? É… as pessoas ficaram tristes de ter que passar tanto nervoso por conta das suas molecagens.
E se a Babraz foi embora, junto com o tio Tromba é porque vocês não são maduros o suficiente para sentar e conversar com os coleguinhas. Precisa brigar tanto?
Titia não disse que sala de aula não é lugar de pontapés e socos?
Não é porque a titia é nova que vai deixar essa bagunça acontecer. Tem outras crianças aqui com os mesmos direitos e deveres de vocês. Não pode metade cumprir e a outra metade não.
Eu sei, nenêm, você é super-dotado e merece um tratamento diferenciado. Mas não abusa da tia, né!?
Agora a tia vai dar 2 escolhas pra você:
Ou você entende que errou e vai lá falar com os coleguinhas pra que tudo fique bem e possamos continuar nossas aulas, ou então vou ter que chamar sua mãe aqui.
Tá bom?
Agora engole o choro, limpa essa meleca do nariz e fica ali na porta esperando.
Se for um bom menino, Papai Joel vem dar presente. Se não, a “cuca” vem te pegar.
Ah! Titia não tá falando com um só, viu? Vale pra classe toda.
Intervalo, podem sair. E nada de voltar atrasado.
abs,
RicaPerrone
Tem que aprender a ter responsabilidade, nenêm. Quando a tia diz A, faça A. Se a tia diz “não pode”, então não faça. Assim você ganha danoninho e pode ver Cartoon. Se não, não pode.
A titia não pediu pra levar a sério? Não deixou claro que era pra obedecer a Babraz? Então…
Engole esse choro, vamos! Homem não chora.
A titia foi paciente, até demais. Sabia que a família toda ficou desapontada com as coisas que você fez? É… as pessoas ficaram tristes de ter que passar tanto nervoso por conta das suas molecagens.
E se a Babraz foi embora, junto com o tio Tromba é porque vocês não são maduros o suficiente para sentar e conversar com os coleguinhas. Precisa brigar tanto?
Titia não disse que sala de aula não é lugar de pontapés e socos?
Não é porque a titia é nova que vai deixar essa bagunça acontecer. Tem outras crianças aqui com os mesmos direitos e deveres de vocês. Não pode metade cumprir e a outra metade não.
Eu sei, nenêm, você é super-dotado e merece um tratamento diferenciado. Mas não abusa da tia, né!?
Agora a tia vai dar 2 escolhas pra você:
Ou você entende que errou e vai lá falar com os coleguinhas pra que tudo fique bem e possamos continuar nossas aulas, ou então vou ter que chamar sua mãe aqui.
Tá bom?
Agora engole o choro, limpa essa meleca do nariz e fica ali na porta esperando.
Se for um bom menino, Papai Joel vem dar presente. Se não, a “cuca” vem te pegar.
Ah! Titia não tá falando com um só, viu? Vale pra classe toda.
Intervalo, podem sair. E nada de voltar atrasado.
abs,
RicaPerrone
segunda-feira, 19 de abril de 2010
BOTAFOGO E ROMA: A MESMA VONTADE!

O cenário era o mesmo.
Na velha bota, assistindo à Inter levantar a taça por quatro anos, a Roma tinha um clássico de parar o coliseu, sobretudo, após a vitória do time de Milão na sexta-feira. No rio, um Botafogo calejado em decisões estaduais, acostumado a sair de campo cabisbaixo após os 90 minutos.
A atitude foi a mesma.
No jogo do estádio olímpico, a Roma parecia assustada com a possibilidade de vencer a Lazio e continuar dependendo apenas de seus resultados para garantir o Scudetto. Mirko Vucinic, nem meia, nem avante, nos primeiros 45 minutos. Aliás, a roma parecia jogar apenas com Juan e Lucca Toni, enquanto a Lazio dominava as ações no meio-campo. Resultado: 1 a 0 lucrativo para o retranqueiro 'Claudião'.
No Rio, o bota mostrou dominante na pegada, desde o início, num jogo de nível técnico bem aquém ( como todo o campeonato). O juíz deu um 'avisa lá' na cozinha do Flamengo e cumpriu. Pênalti, sem discussão, 1 a 0 para o alvinegro. Num lance isolado e bobo do sistema defensivo, Vágner Love deixou tudo igual.
Tanto lá como cá, a possibilidade dos dois times virem perdidos a campo na segunda etapa era iminente. A Lazio se portava muito bem em campo e o Flamengo fez o gol no último lance do primeiro tempo: muita nitroglicerina!
Vieram os segundo tempos e o cenário na Itália parecia realmente catastrófico para a Roma com o pênalti pró Lazio. Tomasi - e não Rocchi, sabe-se lá o motivo - bateu e Júlio Sérgio colocou a postulante ao título no jogo. Comendo grama depois da defesa do goleiro brasilero e com alguma organização visível na faixa central, Vucinic aproximou-se Lucca Toni e igualou as forças no clássico. Logo em seguida, acertou um tirambaço na falta e virou a partida. No Rio, novamente pênalti para o time de General Severiano. Inspirado em Zizou, Abreu cavou a bola no fundo da rede. 2 a 1! e as semelhanças?
Pênalti para o Fla. Adriano - e não Love, sabe-se o motivo - bateu displiscente e não igualou o maracador.
A vontade nas divididas era como se houvesse uma voz dizendo: desse ano não passa! e não passou, pelo menos no estadual. Daqui quatro rodadas, poderemos dizer o mesmo.

sexta-feira, 16 de abril de 2010
Um Flamengo Pós-Pet

Demorei para escrever qualquer post sobre o assunto, já que, certamente será carregado emocionalmente. Não dá para não dizer que, na minha geração rubro-negra, ele é o maior dos maiores que já vestiram o manto.
O sérvio Dejan Petkovic, que pelo futebol, mais parece um brasileiro nato. Lúcido, consciente, inteligente. A peça que falta na maioria dos clubes. Talvez por isso o Flamengo tenha levantado pela SEXTA VEZ o caneco do brasileiro.
O fato é que as páginas de 2009 foram todas ocupadas de bom futebol, mas as de 2010...
Começamos pelo Fla-Flu épico, divisor, destruidor. Épico pelo resultado e pela circustância do mesmo, que ficou ofuscado pela ( má explicada) história do intervalo.
A partir dali, abriu-se um rombo entre diretoria, comissão técnica e jogador. Petkovic não seria mais escalado como titular. Pelo futebol? não sei!
Na estreia dele contra o Volta Redonda, bastaram quatro minutos e a bola estava no fundo da rede. Isto não é, nem de longe, desmotivação.
Pet começou a perder a vontade no intervalo do Fla-Flu ( e o Fla-flu é o AI, JESUS!) e, de lá pra cá, aí sim. Segundo informações parou de falar com o Tromba ( que está cumprindo ordens) e com o grupo. É um estranho no ninho.
A arquibancada não vê assim e acaba atrapalhando o rendimento do substituto, em tese, do camisa 43. Com 30 minutos de jogo ecoa uma voz única no Mário Filho: Pet, Pet, Pet!
Entretanto, após mais um episódio de confusão em vestiário, desta vez com o capitão Bruno, é bem provável, senão certo, de que demos início a um Flamengo Pós-Pet. Triste, mas necessário.
domingo, 11 de abril de 2010
O Galático da Catalunha

O termo galático já poderia ser atribuído a uma coisa que é estratosfericamente cara e não funciona, quando colocados com espécies do mesmo gênero. Acredite: principalmente quando estes têm como habitat o Santiago Bernabéu.
Entretanto, um vizinho non grato prova que o mesmo termo pode, e como pode, mostrar a magnitude, a beleza, o show, a praticidade de um futebol. Lionel Messi vem jogando musicalmente, com graça, encanto e sorriso.
Desde a última quarta-feira este blogueiro esteve na iminência de fazer tal post. Por falta de tempo e excesso de sorte, o argentino aprontou mais uma.
Em seu território, na catalunha, fez do Arsenal uma presa fácil, que se mostrou disposta a aprontar longe de seus domínios, com gol de Bendtner. Bastou este estímulo do ambiente para que o adaptado às leis do futebol aniquilasse o adversário. A coletividade da Família Barcelona, como num sistema operário, deixou o infante pronto a matar. De formas distintas. Recebe de Silvestre e fuzila no ângulo. Começa a jogada e termina alguns segundos depois. Não, Não! deixa Denílson na saudade e Almunia estatelado, ou ainda, frio, calculista, pronto a fazer quatro gols!
Três dias depois, em ambiente adverso - se é que existe isso para ele - volta a campo. Xavi vê o maestro na falta. Ele vê o gol antes da bola chegar a seus pés!
Na galáxia merengue, provou o redundante: Ele é de outra galáxia!
Que a África veja isso e os mortais reconheçam que ele é do time de Pelé e Maradona. E basta!
segunda-feira, 15 de março de 2010
Um visitante de casa

Não há dúvidas de que será um grande confronto, a partida entre Chelsea x Inter, amanhã, no Stamford Bridge. Só a classificação dos respectivos campeonatos que disputam já mostra isso: Chelsea com 63 pontos e um jogo a menos, em segundo; Inter com 69 pontos, um ponto na dianteira do Calccio.
Como se não bastasse, as duas equipes vêm recheadas de craques com passaporte para a África logo mais. Do lado Londrino, Terry, R.Carvalho, P. Ferreira ( pode não começar entre os onze) Essien, Lampard, Ballack, Malouda, Anelka e Drogba, com o compatriota Kalou no banco, compõem a lista. A equipe nerazzuri conta com Júlio César, Maicon, Lúcio, Zanetti, Cambiasso, Stankovic, Snjeider, Milito e Eto'o, além da chance de Samuel, na seleção de Maradona.
Com tantos pontos em comum, então, como se comportarão as duas equipes, após a vitória do time Italiano em seus domínios?
Os esquemas são diferentes, porém, de uma eficiência singular. O 4-3-3 do Chelsea, com Malouda como uma válvula de escape pela canhota e um atacante que só está abaixo de Wayne Rooney hoje, Didier Drogba são as bolas perigosas dos Blues, enquanto o 4-4-2 do time da velha bota tem o conjunto como ponto favorável e a velocidade de seu armador, o holandês Sneijder e o velocista Diego Milito.
Assim, com o decorrer da partida, a Inter tem um gênio em visão tática, que já esteve à vontade no mesmo estádio em que estará amanhã e está acostumado com favoritismos adversos e procura o contato verbal antes da partida.
A Irreverência do português José Mourinho o faz odiado pela imprensa, mas aceito e bem aceito por onde passa. Prova é que já tem no currículo os títulos de campeão Português e Europeu, pelo porto, Campeão Inglês com o Chelsea e Italiano com a própria Inter.
Como num tabuleiro, ele mexe uma peça para surtir efeito a longo prazo, doa a quem doer. Por isso, o clássico que parará o mundo tem grandes chances de ter seu rumo mudado, a partir do banco visitante.
Como se não bastasse, as duas equipes vêm recheadas de craques com passaporte para a África logo mais. Do lado Londrino, Terry, R.Carvalho, P. Ferreira ( pode não começar entre os onze) Essien, Lampard, Ballack, Malouda, Anelka e Drogba, com o compatriota Kalou no banco, compõem a lista. A equipe nerazzuri conta com Júlio César, Maicon, Lúcio, Zanetti, Cambiasso, Stankovic, Snjeider, Milito e Eto'o, além da chance de Samuel, na seleção de Maradona.
Com tantos pontos em comum, então, como se comportarão as duas equipes, após a vitória do time Italiano em seus domínios?
Os esquemas são diferentes, porém, de uma eficiência singular. O 4-3-3 do Chelsea, com Malouda como uma válvula de escape pela canhota e um atacante que só está abaixo de Wayne Rooney hoje, Didier Drogba são as bolas perigosas dos Blues, enquanto o 4-4-2 do time da velha bota tem o conjunto como ponto favorável e a velocidade de seu armador, o holandês Sneijder e o velocista Diego Milito.
Assim, com o decorrer da partida, a Inter tem um gênio em visão tática, que já esteve à vontade no mesmo estádio em que estará amanhã e está acostumado com favoritismos adversos e procura o contato verbal antes da partida.
A Irreverência do português José Mourinho o faz odiado pela imprensa, mas aceito e bem aceito por onde passa. Prova é que já tem no currículo os títulos de campeão Português e Europeu, pelo porto, Campeão Inglês com o Chelsea e Italiano com a própria Inter.
Como num tabuleiro, ele mexe uma peça para surtir efeito a longo prazo, doa a quem doer. Por isso, o clássico que parará o mundo tem grandes chances de ter seu rumo mudado, a partir do banco visitante.
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