sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O Primeiro dos Moicanos


É inegável a trajetória brilhante de Leonardo Moura com a camisa do Flamengo. Depois de Maurinho ( bate na madeira), Alessandro ( aquele que torce no gol do Tri) e outros caneleiros pela direita, o time da gávea encontrou uma solução. E foi em 2005.

No começo, como todo jogador que veste rubro-negro, a torcida ficou ressabiada. Seria um ponto de interrogação, ou de afirmação? Foi, literalmente, um ponto final para o problema do Flamengo e muitas reticências e exclamações para a carreira do atleta.

De lá pra cá, Léo conquistou com o Flamengo a Copa do Brasil em 2006, o tricampeonato estadual, 2007, 2008 e 2009, além do inesquecível Hexacampeonato, também em 2009. Entretanto, o que marca a passagem de Léo Moura pelo Fla não são os títulos, mas a regularidade do moicano mais querido do Brasil. É impressionante a velocidade, a explosão e o dinamismo que ele sempre deu ao time do Flamengo, mostrando que não veio por acaso e, por isso, chegou à seleção brasileira.

Léo é, atualmente, o símbolo rubro-negro em campo. Capitão do time, ele assume o posto merecidamente e tem atitudes que confirmam isto.

Quer ver só: Na vitória diante do Atlético-Go, Léo reuniu a rapaziada e fechou um circulo, demonstrando a consciência do resultado.

Cinco anos depois, o VERDADEIRO CAPITÃO LÉO completa 300 jogos pelo mais querido!

É ou não é, o primeiro dos moicanos?

sábado, 25 de setembro de 2010

Dorival: Um aluno arrojado


Sabe aquele CDF da turma que você não aguenta mais o sucesso e os resultados eficientes dele? Assim é Dorival Júnior.


Mas se tudo fosse flores, o aluno passaria direto, sem ressalvas ou recuperação. E seria mesmo. Mas, sabe aquele trabalho que você passou o tempo todo se dedicando e sabe o que fazer de ponta a ponta e, por isso, decide a sua parte na apresentação? Pois é, o aluno rebelde quis apresentar algo que ele não tinha estudado e garantiu que tiraria nota 10.


Resultado? Brigas e ocorrência para diretoria. Lá, ficou decidido que, como o aluno aplicado fez quase tudo, o outro teria o direito de decidir. E foi assim que a diretoria consentiu que Dorival Júnior ficasse com nota baixa no terceiro bimestre, mesmo depois de fazer a turma brilhar.

Temendo que o outro aluno continuasse prejudicando-o, Dorival optou por uma escola tradicional, mas com visíveis erros.


Por isso, lá, terá que mostrar que é bom num ensino de péssima qualidade, em que o aluno Diego Souza entra na última aula e é expulso. As más línguas ainda dizem que os alunos, ao se mostrarem frágeis, não tem merenda, uniorme e transporte no dia coreeto. A escola atrasa 10 dias, mais ou menos.


Dorival, muito convicto de sua capacidade, aceitou o desafio para salvar os bimestres restantes, além de ajudar os colegas a não serem reprovados.


Ousadia? Talvez isso mostre o erro cometido pelo colégio mais bem-sucedido.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O Motor do Flu Engasgou?

Não. O Fluminense não está na Superleague Formula, mas a nova 'máquina' tricolor parece estar com problemas na estrada. Com 5 pontos nos últimos 12 disputados, o Flu constata aquilo que se mostra cada vez mais claro: um ataque produtivo e uma defesa fraca.
Fernando Henrique gosta de se mostrar nas pontes, nos gestos depois das defesas e na máscara que está sobre ele; Leandro Euzébio e Gum são zagueiros normais, o que não é suficiente para se manter na ponta.
O Tricolor carioca depende, então, que o excelente ataque funcione duas, ou três vezes no jogo. Entretanto, Muricy não acha um substituto para Emerson e fica entre o cansaço e o peso, numa eventual troca. Optando por qualquer situação, o ataque do Flu está imóvel no segundo tempo e o time vê, no retrovisor, Corinthians, Santos e Internacional - com um jogo a menos.
Nesta altura do campeonato, parar no meio da estrada não é nada positivo. Então, Flu, o carro está desacelerando?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ibra: Mágico ou Ilusionista?



Quando Zlatan Ibrahimovic apareceu no Ajax, ninguém duvidou de que ali existia um jogador promissor vindo da Suécia. Belas jogadas, ousadia e frieza fizeram os dirigentes de Turim abrirem os olhos nos países baixos e contratarem o atacante.

Por lá, Zlatan conquistou o Calccio, mas fez parte do time que foi punido pela federação italiana. Resultado: Máximo Moratti apareceu com os olhos (já) grandes e o levou para a Inter. No Giuseppe Meazza, Ibra comandou o time azul e preto de Milão em três, dos quatro títulos consecutivos, mas tropeçou na Champions League. Mesmo assim, levou o apelido de "Ibracadabra".

Juan La Porta viu a mágica no futebol do sueco e Ibra viu, no time catalão, a possibilidade real de conquistar a Europa. Deu casamento!

Entretanto, as juras de amor parecem não ter sido verdadeiras. E não foram. Uma temporada depois, o camisa 9 ideal despediu-se para acertar a sua volta à Itália. Desta vez, pelo lado rubro-negro de Milão.

Há quem diga - e não são pucos - que Ibra rende mais quando ele é a estrela, o foco, o carregador do time. Outros afirmam que Ibra e a Itália se entendem bem, por isso, não houve adaptação ao Espanhol.

Galiani apostou, mas trouxe também Robinho, que se junta aos Rossoneros Pato e Ronaldinho e forma um ataque mágico. Resta saber se terá "Ibracadabra", ou um ilusionista de renome à disposição.

domingo, 29 de agosto de 2010

Foi MELHOR assim...

Calma, Rubro-negro. Não é ironia, nem brincadeira. A fatídica derrota, consumada em 2 minutos, pode, sim, fazer bem para o elenco da Gávea. O time sem desenvoltura ofensiva - e não é trocadilho com um tal Val - montado por Rogério Lourenço já passou da validade, e uma eventual vitória em Campinas poderia levar o Fla a precipícios ainda mais agudos.
Um time pragmático, com toques demorados na bola, posicionamento errado e sem chutes no gol não deve sonhar alto. Para ter esse direito, que é comum a cada flamenguista, é preciso que o time mude a filsofia de trabalho e adote, o mais próximo possível, a postura de um Flamengo que enxerga respeito e medo como palavras com significados muito distantes, como as são no futebol.
Essa rotina só será- e será - mudada se todos observarem o óbvio: Mais um Willians em campo, um Pet disponível em PARTE do jogo, um Renato adaptado, se é essa a justificativa, e um ataque produtivo.
Como fazer isso? O professor Silas deve saber e se mostra bastante disposto a ajudar o atual campeão brasileiro na busca, antes de tudo, por um jogo alegre, movimentado, compacto. Fantasmas me atemorizam ao relembrarem que isto é uma transição Dunga - Mano. Não queria avisar, mas é necessário:
NÃO É COMPARAÇÃO ENTRE FLAMENGO E SELEÇÃO.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

NO MARACA, DEU A LÓGICA

coração valente, guerreiro e tricolor. Por UOL ESPORTE


Foram 180 minutos e 90 mil pessoas. No sábado, a alucinada torcida do tricolor viu o time das laranjeiras com uma postura verdadeiramente de mandante. O poder de fogo de Conca, Emerson e Washington funcionou, e muito.


O camisa 9, por sinal, mostrou que está em casa no novo velho tricolor e foi logo marcando dois tentos a favor. Num deles, o coração guerreiro viu Dario Conca fazer bela jogada pela direita antes de deixá-lo na cara do gol. O Sheik vai tentando mostrar que trocou realmente de cores e marcou mais um, em dois jogos.


Muricy, com o tempo, mostra que tem o time sólido, potente e ciente do que ele considera ideal para ir longe no campeonato. Mais uma prova de que o Palmeiras foi um enrrosco e tanto em 2009. Casa arrumada com a Unimed e o chefão com jeito marrento lidera o campeonato.


No Domingo, o clássico dos milhões com repetição de muita coisa. A primeira delas é o ataque sem-ataque do Flamengo. Com Val-Baiano e Cristian Borja, o rubro-negro tentou, mas não passou bons momentos. O colombiano lembrou Obina.


Felipe, sob a justificativa de alguns vascaínos, estava sem ritmo. Deu uma caneta no segundo tempo e nada mais. Zé Roberto bem que tentou no início do jogo, mas ainda falta entrosamento.


Fernando Prass fez o torcedor cruzmaltino lembrar de Carlos Germano com a tripla defesa no ataque adversário, quase no fim do jogo.


Quase, porque no fim do jogo Flamenguistas e Vascaínos lembraram da mesma cena. 2001: falta na mesma posição, com o mesmo gringo. Ele bateu com a mesma curva, mas dessa vez ela não foi atrapalhar o sono da coruja e os vascaínos sustentaram a tese da mão trocada do Hélton que pegaria a falta.


Muitas lembranças e uma realidade: sem ataque e sem conjunto, Flamengo e Vasco deixaram escapar dois pontos e uma gigante moral.

Clássico fraco no Mário Filho: 0 a 0, congestionado. Por UOL ESPORTE

quinta-feira, 6 de maio de 2010

90 Minutos de Pensamentos Variados

A semana passou e a quarta chegou. A aula de Inglês demorou, mas acabou. 21:45 no relógio e a bola rola no estádio municipal da capital da poluição do Brasil. Rola? Mesmo? Então, avisa o Flamengo? Por favor?! Alguém diz que se trata de Libertadores, a mesma competição que o time não passou nos dois anos anteriores e desde 1993. O time não anda! Bico para o mato e deixa que o tempo passa. Bola na área e tira uma, duas, três. Ih... na quarta, gol! CONTRA! parece que não é o dia. Ainda na calma e paciência o rubro-negro não faz nada em campo. Desespero! Mais hora, menos hora, a bola e entraria. E entrou! Ronaldo, sozinho. Até eu de cadeira! Não interessa! é gol e os postulantes à conquista estreante na América pulam, balançam a estrutura e o time joga bem até os 46. Fim de papo. Desespero. Tensão. Mãos suadas. Não vai dar! já acabou!
O time volta. Volta com Kleberson, no lugar de Vinicius. Kleberson? Que não ficou nem no banco na quarta do dilúvio? O time volta ligadão. Cria com Léo pela direita com 02 minutos. Aos 04, KLEBERSON, Juan, KLEBERSON, Love. Gol! Cedo demais. Tenso mais ainda. Bico pro mato, de novo! Espaço teve. Adriano perdeu um gol. Kleberson outro. E as chances para igualar existem. Apenas existem. Sem controle do regulamento, o Fla faz a falta beira-rio. Filme da copa do Brasil na cabeça. Não dá pra ver mais. Coração na aguenta. Só a voz: BRUNO! Estamos dentro. Alívio. Gritos e festa pelo Brasil. Avante, Flamengo! Avante, Love! Avante, Rogério! Épico. Deu pra dormir só às 3 e acordar às 7.
Saudações RUBRO-NEGRAS!